TudoKomunika - E quem não se Komunika...: Aula da Silvia - dia 11/09/06

setembro 12, 2006

Aula da Silvia - dia 11/09/06


Ontem, 11/09, tivemos uma aula interessante.
Ah, esqueci de comentar, ontem, que era o aniversário da "Profe", com direito a flores e "parabéns-a-você"!
Com seu bom humor e seu riso fácil, a professora passou a mensagem para quem "teve ouvidos para ouvir".
Superar crises de relacionamento, ser tolerante com as diferenças de estilos, integrar os"não-tão-bem-enturmados".Ela frisou muito que somos críticos.
Somos, e muito. Eu "ouvi" ela dizer que devemos continuar a ser críticos.
Na minha leitura, o discurso, não foi um pedido de ajudar quem é mais "fraco".Muito ao contrário. Eu entendi que os mais "fracos" devem fazer um esforço para se fortalecer individualmente. Mas captei uma "sugestão"para que os "líderes" devem ter mais "humildade" e aceitar/acolher opiniões diferentes. Que as equipes devem se abrir para agregar outras"competências".

Na seqüência e, não por coincidência, houve a exibição do filme
"Tudo em Família"

A história do filme acontece durante o feriado de três dias (Natal). Meredith, uma elegante executiva nova-iorquina - controladora neurótica e atarefada, acostumada a enfrentar desafios, aceita o convite para passar o Natal junto à família do seu namorado, Everett. Com hábitos muito diferentes dos seus, a família de Everett não causa nenhuma simpatia em Meredith. A recíproca é verdadeira.
Na maior parte do filme é demonstrado como pessoas tolerantes e "abertas" podem ser absolutamente intolerantes - e mesmo se deliciar sendo malvadas.
A trama de um quarteto amoroso começa quando Meredith, sob um cerco passivo-agressivo, convoca a irmã para lhe dar apoio moral. Quando Everett conhece a luminosa Julie - não poderia haver um contraste maior em relação à fria Meredith - sua máscara de infelicidade finalmente derrete.
As famílias (não sejamos hipócritas), têm um modo de destruir nossas melhores defesas, e, conforme o encontro prossegue, o principal aliado de Meredith não é mais seu namorado, mas o irmão deste.
E o filme vai por aí afora, na trama, que trata da forma como essa família e seus integrantes lidam com preconceito, drogas, bebidas, sexo e união homossexual, revela que os ditos liberais e “cuca-frescas” podem ser muito intolerantes com quem não se encaixa em seus padrões.

Enquanto isso, casais se reencontram, outros se desfazem e/ou se descobrem.
Merece destaque a impagável cena onde Meredith tenta provar que não tem preconceitos contra homossexuais, e se afunda cada vez mais a cada nova argumentação.
O segundo choque do filme fica por conta de uma doença da mãe (Diane Keaton), não pela doença em si, mas pelo drama (a doença) aparecer como personagem principal em alguns momentos.
Bem colegas, acho que devemos tirar lições para a vida e para os relacionamentos em sala de aula ou em nossas próprias FAMÍLIAS!!!!!!!
Lucy

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